Pesquisa Eleitoral
     É melhor fazer com quem sabe

   
 
 

As pesquisas eleitorais são indicadores da opinião pública sobre a intenção de voto nos períodos eleitorais. Durante as campanhas, os resultados servem para a elaboração de estratégias de ação por parte dos partidos e também para conhecer a situação dos candidatos nos colégios eleitorais, ou seja, região de onde receberá votos.

Ter agilidade é fundamental e para isso é importante contar com uma tecnologia de ponta que colete e processe resultados em tempo real. Utilizando um software gerenciador de pesquisas, como o QuestManager, você pode criar, aplicar e gerenciar suas pesquisas através de um único sistema integrado que funciona 100% via web e possui seis veículos de distribuição de questionários.

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Ibope: Serra é favorito em 2010 em todos os cenários

Pesquisa realizada pelo Ibope, divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo, apontou que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é o favorito dos eleitores para o pleito presidencial de 2010 em todos os cenários. Em simulações contra a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), Ciro Gomes (PSB), Cristovam Buarque (PDT) e Heloísa Helena (Psol), Serra teve 42%.

Dilma não alcança 10% do eleitorado nos cenários do levantamento. Em uma simulação com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, no lugar de Dilma, o paulista ficou com 37%, seguido por Ciro (13%), o mineiro (11%) e Heloísa Helena (10%).
Na simulação em que enfrentou todos os atuais presidenciáveis, o governador de São Paulo teve a maior vantagem na Região Sul (46%). No Norte/Centro-Oeste recebeu 37%, 35% no Sudeste e 34% no Nordeste.


Fonte: JB Online.
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Serra mantém favoritismo para 2010 e Dilma empata com Heloísa Helena

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é o favorito para as eleições presidenciais de 2010 em quatro cenários analisados na pesquisa do Instituto Sensus.O tucano teve 46,5% das preferências quando os entrevistados foram instados a optar entre ele e duas concorrentes: Heloísa Helena (PSOL), vereadora eleita em Maceió, e Dilma Rousseff (PT), ministra-chefe da Casa Civil. A primeira teria 12,5% e a segunda, 10,4%, em situação de empate técnico. Os índices dos três são praticamente os mesmos do levantamento CNT/Sensus anterior , realizado em setembro.

Quando Dilma é substituída na cédula pela ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy ou pelo ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, os índices dos petistas passam, respectivamente, a 8,6% e 6,8%, enquanto os porcentuais de Serra oscilam entre 45,8% e 47,3%.

Quando o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, aparece como o candidato do PSDB na lista apresentada aos entrevistados , chega a 25,3% das preferências, uma vantagem de apenas 6,2 pontos porcentuais em relação a Heloísa Helena. Dilma, nesse contexto, tem 12,9% das intenções de voto.

Serra só não fica em primeiro lugar na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam sua preferência eleitoral sem ler um cartão com o nome dos candidatos.

Nesse caso, o preferido do eleitorado é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 20,4%, quase o dobro da intenção de voto em Serra (10,6%). Mas o presidente está impedido pela Constituição de concorrer a um terceiro mandato.

Principal aposta de Lula para sua própria sucessão, Dilma Rousseff - responsável pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - ainda é desconhecida de quase metade (47,8%) da população. Apenas 19,9% dos entrevistados dizem conhecer a ministra, e outros 30,5% afirmam ter ouvido falar dela.

Fonte: O Estadão.
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Almeida Lima critica pesquisas eleitorais

A Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou em caráter conclusivo na tarde da última quarta-feira, dia 26/11, a moção 70/2008 de autoria do 2º Vice-Presidente, deputado Luís Carlos Gondim (PPS). O documento apela para os Srs. Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, bem como aos Líderes Partidários, para que seja criada norma que puna o empresário e o instituto de pesquisas que divulgue informação que estimule no eleitorado o voto no candidato falsamente divulgado como favorito.

Embora regulamentadas quando, de acordo com a legislação eleitoral, registradas nos Tribunais Eleitorais, as pesquisas eleitorais são criticadas por muitos sociólogos, cientistas políticos e também políticos como é o caso do deputado Gondim e do senador Almeida Lima (PMDB-SE) que afirma que a pesquisa não conscientiza o eleitor, nem o esclarece sobre o candidato e ainda tem um custo altíssimo.
Para Gondim as pesquisas induzem o eleitor a votar no candidato que aparece na primeira colocação. Se os números são verdadeiros não sei, mas sei que a pesquisa induz o eleitor a votar sempre no candidato que está na frente - disse o deputado.
Gondim avalia que esta forma de eleger um candidato traz conseqüências negativas aos eleitores, porque a população não elege o candidato com melhores propostas de governo e sim o que está na frente das pesquisas. Se proibiram a boca de urna por ser determinante no resultado das urnas porque não proíbem as pesquisas? A meu ver, elas influenciam tanto quanto a boca de urna e ambas são peças caras em uma campanha. - disse Gondim.
Além da forte influência sobre a escolha do candidato, Gondim também cita o custo alto das pesquisas eleitorais. Tanto para a realização quanto para a publicação de pesquisas é necessário recurso, o que já restringe o acesso a apenas candidatos com dinheiro em campanha. Este é o quadro do sistema eleitoral no Brasil que sofre com o abuso de poder econômico e político - disse o deputado.
A redação da moção consta que são inúmeros os erros e contradições entre os Institutos de Pesquisa que passam despercebidos do grande público ou, na melhor das hipóteses, são justificados com argumentos como margem de erro. Gondim analisa que os meios de comunicação e clientes de pesquisa deveriam contratar auditores independentes para verificarem a qualidade do cálculo dos erros apresentados pelos institutos.
Fonte: Comunique-se.
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